Os Dezoito livros
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Mundo em Transe - do aquecimento global ao ecodesenvolvimento |
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Desenvolvimento
Sustentável; Que Bicho é Esse? José Eli da Veiga & Lia Zatz |
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AQUECIMENTO GLOBAL: FRIAS CONTENDAS CIENTÍFICAS – S.Paulo: Senac 2008.
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Resenha de Ricardo Abramovay para o Valor em 23/08/2007:
Socioambiental é uma palavra só. A emergência socioambiental - por Maura Campanili do Planeta Sustentável 19/09/2007 |
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Meio ambiente & desenvolvimento, do
economista José Eli da veiga, instiga a compatibilidade entre
desenvolvimento humano e crescimento econômico. Será mesmo possével
conciliar essas duas metas? Será mesmo verdade que o desenvolvimento pode
ser ambientalmente sustentável? Essas questões são amplamente investigadas,
com uma abordagem que passa pela discussão da noção de desenvolvimento
sustentável, enviesa pelo debate sobre o crescimento econômico e revê os
principais ciclos de desenvolvimento da humanidade nos últimos 10 mil anos. |
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Resenha Valor Econômico - Três Pontos de Vista Sobre Transgênicos |
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6) Que é mesmo desenvolvimento? (Washington Novaes) 7) A sustentabilidade vai ao Paraíso - Revista do Terceiro Setor 8) A sustentabilidade vai ao Paraíso - Carbono Brasil 9) Entre a Economia e a Ecologia - Revista Desafios do Desenvolvimento |
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Do Global ao Local discute os obstáculos que se antepõem às sociedades humanas nessas duas escalas extremas do espaço social. Tanto na primeira parte, dedicada à globalização, quanto na segunda, mais voltada aos processos locais, o foco sempre está no desenvolvimento sustentável. |
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A história não os absolverá; Nem a geografia. É uma crítica a concepções políticas equivocadas. Tanto na primeira parte, dedicada à história, quanto na segunda, mais voltada à geografia, o foco sempre está na busca dos caminhos para o desenvolvimento sustentável do Brasil. |
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Cidades Imaginárias Ed. Autores
Associados, 2002, 304 p. A necessidade de se romper com a precariedade que domina a visão oficial sobre o desenvolvimento territorial do Brasil é a mensagem mais freqüente nos 60 artigos selecionados para compor este livro, entre os 120 publicados pelo jornal O Estado de S. Paulo até o final de 2001. O entendimento do processo de urbanização do Brasil é atrapalhado por uma regra muito peculiar, que é a única no mundo. Este País considera urbana toda sede de município (cidade) e de distrito (vila), sejam quais forem suas características. É absolutamente compreensível que poucos saibam que um terço da população brasileira é rural e que essa proporção poderá não diminuir nas próximas décadas. Todos somos vítimas da ficção oficial de que o Brasil será 100% urbano por volta de 2030. Mas ninguém tem o direito de desconhecer as imensas desigualdades que hoje existem entre o Brasil urbano e o Brasil rural.
Nazerth Wanderley, Maria de Professora Aposentada da UNICAMP e Professora Visitante na Universidade Federal de Pernambuco.
Ortega, Antonio César
O subestimado Brasil rural
Sicsú,
Abraham Benzaquen
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A
Face Rural do Desenvolvimento, Porto Alegre: Editora da Universidade,
2000.
O
estudo do lado rural do desenvolvimento não deve provocar a ilusão de que o
“desenvolvimento rural” possa ser separado de seu contrário, isto é, o
“desenvolvimento urbano”. O mesmo se aplica à freqüente crença de que
poderia existir “desenvolvimento econômico” sem “desenvolvimento
social” e vice-versa, mesmo que para efeito de análise seja perfeitamente
possível tratar separadamente a economia do desenvolvimento de sua
correspondente sociologia.
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Agricultura Sustentável, (Coordenador) Brasília: Ministério do Meio Ambiente; Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis; Consórcio Museu Emílio Goeldi, 2000 Texto básico para subsidiar as discussões públicas preparatórias da AGENDA 21 brasileira.
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Ciência Ambiental; (Organizador) São Paulo: Fapesp/Annablume, 1998.
Este
livro reúne 14 ensaios derivados das dissertações de mestrado defendidas no
Procam – Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental da Universidade de
São Paulo. Seguindo a linha multidisciplinar do Procam, a obra enfoca a questão
ambiental sob diferentes pontos de vista. Apresenta discussões teóricas, como
o ensaio sobre o conceito de agricultura sustentável, e outras bastante práticas,
como o uso e ocupação do solo no litoral paulista.
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Metamorfoses da Política Agrícola dos EUA, São Paulo: Fapesp/Annablume, 1994.
Todas
as nações que hoje fazem parte do Primeiro Mundo foram levadas a valorizar
seus agricultores, enquanto se beneciavam do barateamento alimentar engendrado
pela corrida tecnológica indutora de superprodução. Para entender o
decorrente padrão protetor de política agrícola é preciso saber como ele
surgiu e se consolidou em sua terra natal: os EUA.
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O Desenvolvimento Agrícola: Uma Visão
Histórica. São Paulo. Edusp. 2a. Ed. Clique aqui para ler o Prefácio do Livro do Prof. Dr. José Eli - 2007 São Paulo. Edusp 2ª Ed.
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O Desenvolvimento Agrícola; Uma Visão Histórica, São Paulo: Edusp/Hucitec, 1991. Este livro reúne um conjunto de informações absolutamente necessárias a todos os que desejam entender o papel da agricultura no desenvolvimento da sociedade capitalista. Em vez de receitas, fornece bases para a análise dos processos de modernização do setor agropecuário que prevaleceram nas principais economias do mundo contemporâneo. Para tanto, recorre à história, mais que às teorias, buscando preencher uma séria lacuna na atual formação de nossos economistas, agrônomos e sociólogos. Nem por isso deixa de formular instigantes questões sobre os possíveis futuros do sistema agroalimentar.
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A Reforma que Virou Suco; Uma Introdução ao Dilema Agrário do Brasil, Petrópolis: Vozes, 1990
Este
livro é desaconselhável aos maiores de 500 hectares e aos que apresentam
sintomas alérgicos à modernização do Brasil. Fora desses dois grupos de
risco não há contra-indicações. Mas surtirá mais efeitos nos casos de
pacientes à procura de uma boa introdução ao dilema agrário do país, sem a
formalidade, a frieza e o hermetismo das publicações acadêmicas. Trata-se,
portanto, de um livro didático. Recorrendo ao relato de experiências vividas
na França, em Portugal e no Brasil, entre 1968 e 1986, o autor mostra o quanto
as elites brasileiras são subservientes aos interesses latifundiários. Sem
papas na língua, não poupa sequer alguns de seus companheiros da então
chamada “esquerda do PMDB” que, em momentos decisivos, ajudaram a fazer o
jogo da direita ao torpedearem o I Plano Nacional de Reforma Agrária.
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O Que é Reforma Agrária, São Paulo: Ed. Brasiliense, (Coleção Primeiros Passos), Edição atualizada em 2000: no prelo. [14ª edição: 1994, 1ª edição: 1981. Reeditado pela Abril Cultural para venda em bancas de jornais e, em edição especial, pela Enciclopédia Britânica]. Distribuição mais eqüitativa da terra e da renda
agrícola – esta é a definição mais usual de reforma agrária. No entanto,
que condições históricas geram a necessidade dessa medida? O que é latifúndio?
O que é Estatuto da Terra? Discorrendo sobre as modalidades de desapropriação,
reformas agrárias em países como o México e a União Soviética e sobre as
perspectivas da reforma agrária brasileira, José Eli da Veiga nos coloca a par
de toda a problemática que envolve a questão. Áreas de interesse: Economia, Sociologia, Política. |